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Dicas para ajudar os pais quando os filhos se recusam a cooperar: Como lidar com uma criança «do contra»

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Você acredita ser um bom pai, que fará qualquer coisa para deixar seu filho feliz e protegido, mas ainda assim você duvida de si mesmo em alguns momentos. Quando seu filho se recusa a cooperar sem motivo algum aparente, você pode precisar de ajuda. Mas pode ser que você esteja apenas torcendo para o melhor e não saiba para quem recorrer ou esteja envergonhado em admitir que precisa de ajuda.

Aqui estão algumas dicas para desenvolver uma relação saudável e de cooperação com seus filhos.

Conteúdo

Caso você se encontre nesta posição sem saber o que tentar ou pra quem recorrer, não se preocupe. Você não está sozinho. Sua situação não é única. Muitos pais estão neste mesmo barco. Existem inúmeras soluções simples e diretas que você pode experimentar. Neste guia, oferecemos algumas possíveis explicações sobre porque seu filho é, algumas vezes, resistente e problemático, além de apresentar algumas dicas sobre como trazer a paz de volta ao seu lar.

Como as crianças cooperam – Guia etário

Nas diferentes faixas etárias, a capacidade e a vontade da criança em cooperar podem variar. Seu filho precisa ponderar seus desejos e impulsos para desfrutar de autonomia que decorre de aceitar a autoridade e as expectativas daqueles que estão ao seu redor.

Ainda que seja comum para as crianças testarem os limites e a independência em alguns momentos, o descumprimento grave e frequente é motivo de preocupação em qualquer idade. Este comportamento desafiador traz um risco de colocar o bem-estar do seu filho e da sua família em perigo e desenvolver um padrão insustentável de problemas.

Teorias sobre o desenvolvimento infantil

Antes de falarmos sobre como as crianças cooperam em cada faixa etária, é importante que os pais compreendam os níveis de desenvolvimento, habilidades e necessidades que as crianças têm nos seus diferentes estágios.

De acordo com os estágios da vida psicológica elaborados por Erik Erikson, um psicanalista teuto-americano, no final dos anos 60, os jovens possuem um conceito e uma forma de expressão diferente de sua identidade, competência e independência do que as crianças em idade pré-escolar, escolar e adolescentes.

Da mesma forma, Jean Piaget, um psicólogo suíço, propôs a teoria do desenvolvimento cognitivo que descreve como as crianças aprendem e interagem com o mundo nas diferentes faixas etárias.

Crianças em idade pré-escolar

Crianças em idade pré-escolar são egocêntricas, o que significa que o mundo gira a seu redor e existe para servir aos seus interesses. Elas já têm formado o conceito de confiança em seus pais e responsáveis, mas possuem um senso instintivo de perigo e desconfiança de outras pessoas, especialmente estranhos.

As crianças pré-escolares começaram a experimentar o controle pessoal e irão testar sua independência e limites. Elas pensam e raciocinam de forma concreta, ao invés de uma forma abstrata e hipotética. Elas não vêem as coisas sob a perspectiva dos outros. Cada ação tem um objetivo egocêntrico e direto. Além disso, pré-escolares são incapazes de retardar a recompensa — quando querem algo, querem imediatamente.

Assim, são crianças sensíveis ao ambiente no qual estão inseridas. No geral, a harmonia e estabilidade em casa é a base para fazer com que seu filho se sinta seguro. Crianças em idade pré-escolar podem ser abalados pela discórdia e brigas domésticas. Como resultado, podem ficar fechados, buscar apoio em outras pessoas ou buscar mecanismos de fuga.

As seguintes dicas vão te ajudar a melhorar a cooperação com uma criança em idade pré-escolar:

  • crie uma rotina com horas de sono suficientes, refeições regulares e tempos de descanso. Uma criança cansada, com fome ou entediada tende a ficar irritada e desafiadora;
  • foque apenas no envolvimento direto com a criança. Suspenda outras atividades que te ocupem e não se distraia. Faça contato visual demonstrando autoridade se você deseja falar alguma coisa;
  • seja um bom modelo ao mostrar habilidades de comunicação como escuta, atenção, contato visual e faça perguntas quando desejar esclarecer dúvidas;
  • comunique-se através de frases e conceitos simples;
  • certifique-se de que a criança escutou, entendeu e de que ela obedecerá. Um simples «sim» já é suficiente;
  • «Porque sim…» Você nem sempre precisa explicar os motivos das suas ordens já que isso pode levar a discussões desnecessárias;
  • devem existir consequências com a falta de obediência. Por exemplo, um aviso, seguido de um prazo para seu cumprimento;
  • evite repetir o mesmo pedido diversas vezes, já que isso enfraquece sua autoridade;
  • utilize técnicas parentais positivas apropriadas ao nível de desenvolvimento das crianças pré-escolares (por ex. seja direto e próximo, dê/controle suas escolhas)

Estas dicas devem ajudar a consolidar sua autoridade e melhorar sua relação com uma criança em idade pré-escolar. Nesta idade, é mais improvável que a criança se oponha a você caso ele/ela tenham orientações claras e apoio.

Crianças em idade escolar

Durante seus primeiros anos escolares, crianças têm mais interações sociais com outras crianças e contatos com outras figuras de autoridade. Elas começam a se sentir confiantes e orgulhosas de suas conquistas, habilidades e dons. Seu senso de identidade ainda não está completamente formado, o que os faz explorar assumindo o controle e tentando agir de forma independente. No entanto, como sua percepção de risco, responsabilidade e regras de conduta também não estão maduras, eles tendem a agir de forma impulsiva e curiosa.

O comportamento de crianças em idade escolar é mais organizado e consciente do que de seus irmãos ou irmãs mais novos. Ainda assim, eles são incapazes de pensar de forma abstrata e a maioria de seus pensamentos e motivações são baseados em fatos e eventos concretos. Crianças nesta faixa etária conseguem generalizar a partir de informações específicas, mas as ordens ainda devem ser claras e motivadas:

  • sempre tente oferecer duas opções de escolha. Insista na opção padrão, caso escolham a outra, desde que ela esteja sob seu controle;
  • crie uma rotina diária com momentos de diversão e conversas;
  • evite resolver todos os problemas da criança por ela — peça que ela resolva e discuta com elas as vantagens e desvantagens;
  • utilize frases impositivas como «eu quero que você…» e «é hora de você…»;
  • legitime a sua autoridade de uma maneira calma e enfática;
  • faça a criança refletir e escrever sobre o que fez de errado e como é possível remediar seu erro. Então converse com ela;
  • simplifique as regras familiares ao máximo. Por exemplo (1) respeite a si próprio e aos outros, (2) respeite a propriedade, e (3) coopere e obedeça. Essas regras se tornam a base de uma cultura familiar positiva.

Regras, ordens e rotinas claras da pessoa na posição de autoridade são muito importantes para manter a cooperação e as expectativas da sua criança em idade escolar. Elas devem aprender o respeito e que, ainda que seja importante reconhecer e falar sobre seus sentimentos, eles não têm lugar em uma discussão.

Adolescentes

Adolescentes têm um senso melhor de identidade. Quem eles percebem de si próprios determina sua visão sobre seu lugar e seu valor no mundo, o que forma a base dos valores e crenças que guiam seu comportamento. Eles têm uma compreensão melhor das regras e das expectativas da sociedade. Entretanto, adolescentes são conhecidos por testarem sua independência e controle no contexto desses limites.

Dependendo do seu estresse, irritabilidade e personalidade, adolescentes são menos avessos aos riscos e podem aparentar ser desafiadores e «do contra», o que muitas vezes não é intencional. Eles precisam de uma estrutura dentro da qual possam explorar e desenvolver sua própria identidade.

A percepção da falta de apoio, respeito e reconhecimento em casa pode desencadear um adolescente a buscá-los em outros lugares. Ele/ela também pode ficar frustrado e agressivo, agindo sem pensar nos membros da família.

De acordo com o National Runaway Switchboard, uma empresa americana que ajuda crianças que fugiram de suas casas e suas famílias ou que estejam considerando a fuga, uma em cada sete crianças entre 10 e 18 anos foge de casa pelo menos uma vez. Crianças fogem de casa ou se tornam desafiadoras por diferentes motivos.

Existe o abuso na família. A unidade familiar está sobrecarregada ou alterada (por ex. separação, divórcio, novo bebê, novo padrasto ou madrasta). O adolescente sofre bullying na escola. Ele/ela está estressado por causa de problemas na escola, pressão dos amigos, uso de álcool ou drogas ou outras preocupações (como fim de um namoro, insegurança, estabilidade financeira, condições de vida). Eles podem ter doenças mentais, inclusive depressão e ansiedade. Ou ainda, o adolescente pode ter feito algo que ele/ela tenha vergonha ou está constrangido.

O primeiro passo quando um adolescente está agindo de forma desafiadora ou se recusa a cooperar e seguir os conselhos ou regras da casa é explorar as razões e motivações mais profundas para sua conduta. Então, cuide destes problemas de forma calma e compreensiva. Peça ajuda ou esclarecimentos.

  1. Como pai, foque mais na sua atitude do que nos meios de disciplina. Mantenha uma atitude positiva.
  2. Mostre constantemente para o seu filho adolescente que ele/ela é amado, é parte da família e é reconhecido como uma pessoa de muito valor. Lembre-se que adolescentes são muito sensíveis ao fracasso e a rejeição.
  3. Entenda que adolescentes experimentam a perda, a vergonha, o constrangimento e outros sentimentos de forma muito intensa. Mostre que você o respeita e se importa com seus sentimentos.
  4. Honre as experiências e a inteligência do seu filho. Ele está começando a assumir o controle de sua própria vida e precisa ver que você reconhece que ele entende melhor as coisas. Seja um consultor ou um líder ao invés de um comandante ou um chefe.
  5. Deixe suas expectativas perfeitamente claras.
  6. Observa, fale e aja com total confiança em sua autoridade.
  7. Evite brigas de poder com o seu adolescente. Se você não conseguir, certifique-se de escolher o que você tem algum controle. Por exemplo, não proíba um comportamento, mas determine consequências que você pode controlar. (por ex. jogos e computador)
  8. Exerça o controle conforme eles demonstram maturidade. Os níveis típicos de maturidade são:
    • ser egoísta e egocêntrico (ex. exigente e manipulador)
    • passar das brigas para a cooperação (ex. melhor preparo moral, pronto para negociar)
    • ser responsável (ex. iniciativa, respeito, empatia)
  9. Utilize técnicas parentais positivas apropriadas ao desenvolvimento do adolescente (ex. aja de acordo com o nível de maturidade que ele apresenta, dê uma segunda chance e reconheça os erros)

Aceite que seu filho adolescente provavelmente irá querer abrir um pouco as asas e testar sua independência. É importante que você deixe-o se envolver com o mundo do seu próprio jeito, desde que de forma segura e respeitosa.

Agora, vamos analisar algumas das principais razões que as crianças podem não conseguir ou não querer cooperar, o que é importante saber para identificar os problemas por detrás deste comportamento e sua solução.

Motivos pelos quais as crianças se recusam a cooperar

Existem diversos motivos pelos quais uma criança pode decidir ou não querer cooperar com seus desejos ou ordens. Ele/ela pode não ter a capacidade ou a consciência de fazer o que lhe é exigido. Há uma grande diferença entre uma criança que escolhe desobedecer uma ordem ou agir de forma contrária ao que lhe é esperado e uma criança que não consegue obedecer.

Uma escolha consciente de não cooperar geralmente é causada por um benefício maior percebido pela criança, como agradar aos amigos, se divertir ou fugir de alguma situação problemática. Ele/ela pode não entender por que é esperado que eles cooperem, não ver desvantagem alguma ou acha que vai ser desconfortável ou ruim fazer o que você espera que faça. Crianças mais velhas também podem se tornar desconfiadas ou mentirosas se não virem os pais ou outra figura de autoridade como alguém com sabedoria e respeito suficiente.

A incapacidade de obedecer é algo completamente diferente. A criança pode não entender o que é esperado dela. Pode também ser incapaz de regular suas emoções ou comportamento, pode ter um sofrimento ou conflito interno tão doloroso, que faz algo para fugir ou evitar esse sentimento.

Quando você, como pai ou responsável, entende o comportamento da criança como uma escolha ou algo involuntário, você deve avaliar o comportamento especificamente problemático. Tente ser objetivo quando pensar sobre as escolhas e ações da criança e olhe atentamente para descobrir o real motivo por detrás deste desafio.

Alguns possíveis motivos são:

  • pressão dos amigos;
  • uso de drogas;
  • problemas de humor (ex. ansiedade, depressão);
  • suscetibilidade (ex. deficiência mental);
  • trauma (ex. perda, bullying);
  • dificuldade de controlar o comportamento (ex. rompantes de raiva e hostilidade);
  • paranóia (ex. falta de confiança);
  • trações de uma personalidade anti-social (ex. mentiras, insensibilidade, gosta de correr riscos).

Dependendo da gravidade e da persistência, qualquer um desses motivos pode necessitar de ajuda profissional para ser resolvido. Consulte um especialista, caso esteja preocupado. No entanto, tenha em mente que, salvo qualquer disfunção ou dano grave, uma eventual recusa em cooperar é algo comum entre as crianças de qualquer idade na medida em que elas testam seu controle e sua independência.

Além das dicas relacionadas à idade já mencionadas, existem ainda alguns aspectos que você, como pai, pode ter em mente e experimentar quando seu filho resiste à sua autoridade.

Dicas para os pais

Os especialistas concordam que existem duas técnicas que se destacam como forma de incentivar a cooperação na maioria das faixas etárias. A primeira se chama «vínculo antes do pedido» e funciona da seguinte forma.

Vínculo antes do pedido

Quando você quer que seu filho faça alguma coisa, primeiramente observe o que ele está fazendo. Avalie seu nível de atenção e imersão na atividade.

Faça um comentário ou uma pergunta sobre o que estão fazendo para demonstrar interesse nele e no que estão fazendo. «Eu vejo que você está…» ou «Você pode me mostrar o que está fazendo?»

Pergunte se você pode ajudá-lo por cinco minutos ou o tempo que você tiver antes de precisar da ajuda dele com outra coisa. Deixe a criança comandar a atividade e ditar como você deve participar.

Então, espere o momento adequado ou pergunte se ele quer fazer outra coisa dentro de cinco minutos.

A escolha dá à criança a sensação de controle. E, agora, você demonstrou que se importa e que a criança é importante.

Como resultado, eles estarão muito mais receptivos para cooperar sem relutância do que se você tivesse apenas mandando que fizessem alguma coisa.

Aviso de cinco minutos

Outra ideia interessante é usar a técnica do aviso de cinco minutos.

Crianças de qualquer idade, mas especialmente as mais novas, têm dificuldade com mudanças. Uma coisa que os ajuda demais na alternância de uma atividade para outra é falar que você precisa que eles façam outra coisa em cinco minutos. Não é agora, imediatamente… mas em cinco minutos.

Isto lhes dá uma sensação de controle. A chance de fazer com que sua mente vá para aquilo que você precisa que eles façam em seguida.

Por exemplo:

  • «Em cinco minutos, você tem que escovar os dentes»;
  • «Em cinco minutos, eu quero que você saia de casa».

Experimente. Você não imagina o quanto é uma técnica extremamente simples que diminui os embates de poder, as birras e a ignorância.

Mas existem inúmeras outras ideias e habilidades para melhorar a cooperação de uma criança.

Mais dicas e habilidades que você precisa ter quando as crianças se recusam a cooperar

Aqui está um resumo de mais dicas para lidar com um comportamento onde não há cooperação de uma criança. Antes de mais nada, mantenha uma atitude positiva, fique calmo e dirija-se com respeito a seu filho. Seja um bom modelo do que você espera que eles se tornem.

  1. Conheça seus sentimentos. Sempre tente entender o que você está sentindo e o por quê. Seja honesto consigo mesmo. Identifique a razão de verdade daquilo que lhe provoca raiva, decepção e reprovação.
  2. Expresse seus sentimentos e permite que seu filho faça o mesmo. Não fique com receio ou envergonhado de dizer aos outros como você está se sentindo e o por quê. Tente ser objetivo, claro e direto. Use o diálogo, não haja.
  3. Fique calmo quando estiver chateado. Conheça as atividades tranquilas e construtivas que você pode fazer para relaxar e recuperar sua calma. Você pode sair para uma corrida ou caminhada ao ar livre, ouvir música, pintar ou escrever.
  4. Tente compreender o ponto de vista do seu filho. Peça mais esclarecimentos, se precisar. Se você escutou direito, o problema já está parcialmente resolvido.
  5. Explique o seu ponto de vista de uma forma que a criança possa entender. Dê a ele/ela as razões para os limites impostos e as ordens que você espera que sejam seguidas.
  6. Evite usar ameaças, pressão, intimidação ou dominação para coagir seu filho a obedecê-lo.
  7. Converse sobre o problema antes que ele te incomode. Seja claro. Dê a oportunidade de seu filho se explicar. Escute com atenção.
  8. Não se concentre no problema que você está vendo. Esteja focado na solução. Faça uma lista de no mínimo três alternativas. Peça sugestões para um amigo próximo, familiar, professor ou vizinho, caso precise. Às vezes, um ponto de vista diferente ajuda a solucionar. Para cada coisa que você pode fazer, considere o resultado e suas consequências. Como seu filho irá reagir? O que deve acontecer depois?
  9. Mostre ao seu filho o respeito devido a um membro da família. Reconheça seus pontos fortes, habilidades e capacidades. Faça uma lista e veja como cada traço pode ser utilizado para superar este problema.
  10. Dê liberdade e autonomia ao seu filho para tomar suas próprias decisões e experimentar as consequências. Certifique-se de equilibrar esses direitos com sua segurança e bem-estar.

Essas dicas devem ajudá-lo a melhorar o seu relacionamento com seu filho e encorajar a cooperação entre vocês.

Quando você identificar um ou alguns fatores que podem estar desempenhando um papel decisivo na recusa do seu filho em cooperar, avalie cada um de acordo com seu bem-estar emocional e físico, segurança e o desenvolvimento da criança. Lembre-se, se você acredita que existem indícios de que a recusa em cooperar e ouvir seus conselhos pode ser duradoura, você deve lidar com este problema.

As fontes de frustração que você identificou geralmente geram problemas de comportamento como a recusa em cooperar, brigas em excesso ou se tornar vingativo e com problemas de temperamento.

Você precisa conquistar novamente a confiança e a compreensão da criança. Ser cooperativo significa que vocês são um time que trabalha junto para o benefício de toda a família. Para recuperar a cooperação, ensinar a criança os motivos pelos quais ela deve obedecer é a única forma de vencer essa batalha.

Conclusão

Uma criança que cooperou pouco ou se recusou a ouvir conselhos e instruções nas últimas semanas provavelmente tem um ou mais problemas em sua vida. Como pai, você deve fazer um balanço honesto e objetivo das suas expectativas, comportamento e relação com seu filho. Quanto mais velho for a criança, menos um problema de comportamento está relacionado a um problema mais profundo.

Se você está preocupado que o seu filho esteja envolvido em atividades perigosas, como fugir de casa, mudar-se para áreas onde há algum risco, passar tempo com delinquentes ou estranhos ou ficar perambulando pelas ruas de noite, você deve tomar outras precauções além de educar e avisá-lo sobre os perigos. Algumas vezes, não é suficiente não fazer nada e torcer pelo melhor. Você deve ficar alerta, sem necessariamente ser um pai que está o tempo todo em cima da criança.

Escute seu filho. Procure por mudanças comportamentais que pareçam problemáticas. Você deve considerar com quem seu filho está e onde fica com os amigos. Saber onde está o seu filho pode te dar uma sensação de tranquilidade. Uma boa dica é baixar o aplicativo «Find my Kids”, que é uma das melhores ferramentas para os pais monitorarem o uso do celular da criança e sua localização. Com este aplicativo instalado em um smartphone ou relógio GPS, você pode ajudar quando necessário.

Lembre-se…

Enquanto seu filho estiver seguro, aproveite para fazer parte da aventura que é o seu desenvolvimento. Combine, de forma equilibrada, a gentileza e a firmeza e você ficará surpreso com a quantidade de problemas que se resolvem naturalmente.

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