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Como ensinar seu filho a nadar rápido e sem medo

Todo pai sabe que nadar faz bem para as crianças. Mas nem todos sabem como ensinar seus filhos a nadar corretamente, em pouco tempo e sem causar estresse desnecessário. Para aprender como não assustar a criança e como inspirar o amor pela água e por atividades saudáveis ao ar livre em um adolescente, convidamos você a consultar este artigo. Juntos, vamos estudar as principais técnicas e analisar os erros que não se deve cometer. Após ler este artigo, você poderá passar com confiança para a parte prática!

Sempre mantenha a calma e seja um guia confiante para o seu filho, tanto nas aulas de natação quanto em qualquer outra situação. Sempre esteja consciente de onde a criança está e do que está acontecendo em torno dela a fim de poder oferecer assistência ou apoio conforme necessário. Baixe o app “Find My Kids” da AppStore ou no GooglePlay.

Conteúdos:

A partir de que idade pode-se ensinar a criança a nadar?

Prostock-studio/Shutterstock.com

Fisiologicamente, a criança possui a capacidade de nadar desde que nasce. No útero, os bebês “flutuam” em fluido amniótico por nove meses. Após o parto, a criança instintivamente sabe segurar o fôlego e “remar” com as mãos. No entanto, se este reflexo não for estimulado durante os dois primeiros meses após o nascimento, ele desaparece.

Estudos demonstram que nadar, para crianças de idade tenra, ajuda a reduzir o nível de estresse do corpo, fortalecendo o sistema imune e melhorando as reações do corpo a ataques externos. Os melhores resultados vêm de nadar por 30 minutos, três vezes por semana.

Voltando para a questão da idade: é importante que a criança só comece a aprender a nadar quando os pais estiverem prontos para isso. Afinal, eles precisam superar dificuldades com a criança, juntos, e livrá-la de seus medos. Como regra geral, quanto maior a idade da criança, mais fácil fica de negociar com ela. Na maioria dos casos, as crianças um pouco mais velhas já conhecem os benefícios da natação e têm interesse em aprender.

Quando se trata de criar um nadador profissional, a preciosa época inicial não pode ser desperdiçada. Os treinadores esportivos recomendam começar a treinar com a idade de 4 anos. É durante este período que aparece um desejo natural de fazer novas coisas, bem como a capacidade fisiológica do cérebro de rapidamente dominar a coordenação dos movimentos das pernas e dos braços.

Como superar o medo da água?

Prostock-studio/Shutterstock.com

Se o pequeno “aluno” tiver medo da água, não tente convencê-lo a sentir o contrário. Para alcançar resultados rápidos, é essencial que as aulas ocorram em um ambiente confortável e seguro. O foco dos pais não deve ser na superação do medo, mas sim em criar uma sensação de segurança. Isto pode ser feito das seguintes formas:

  • permita que a criança se acostume com a água. Conforme ela se familiariza com a água, as sensações deixam de ser novas e a criança não mais se distrai com elas. Por isso, vale a pena explicar as propriedades da água para ela. Usando uma linguagem compreensível para a idade da criança, conte para ela que, se o corpo estiver na posição certa, a água o faz flutuar e “empurra” para a superfície. Mostre que uma bola não afunda na água e explique por que isso acontece. Quando o medo desaparecer, será fácil de alcançar rapidamente o resultado desejado;
  • deixe que a criança sinta o chão sob seus pés. Não se apresse em levar a criança para água funda. Nas primeiras etapas de treinamento, o ideal é que a água fique à altura do peito. Sugira algumas brincadeiras: o exercício do “chafariz” ajuda a criança a se sentir confortável com a água. Peça para ela curvar os joelhos ligeiramente até que os lábios estejam na água. Nesta posição, a criança deve soprar o ar para fora até começar a fazer bolhas. Esta atividade serve para entreter a criança e ajuda a lidar com a ansiedade. Depois disso, é possível ir até uma profundidade por volta da altura dos ombros.

Ao ensinar, é importante falar e agir com calma, sem apressar a criança e sem levantar a voz. O pai deve ser a “corda de segurança”, um guia no caminho que leva ao desconhecido.

Quando o medo da água fica para trás, está na hora de começar a aprender a boiar. Este momento não deve ser adiado, já que ele ajuda a se acostumar a ficar na água sem tocar o fundo.

Sempre mantenha a calma e seja um guia confiante para o seu filho, tanto nas aulas de natação quanto em qualquer outra situação. Sempre esteja consciente de onde a criança está e do que está acontecendo em torno dela a fim de poder oferecer assistência ou apoio conforme necessário. Baixe o app “Find My Kids” da AppStore ou no GooglePlay.

Piscina ou um corpo de água aberto?

Prostock-studio/Shutterstock.com

Para superar o medo da água, o ideal é usar uma piscina. Menos espaço aberto, uma temperatura confortável e uma área com bordas – isso tudo ajuda a criar a sensação de segurança. A julgar por uma pesquisa feita entre pais, cerca de metade das crianças aprendem a nadar bem em uma piscina. Desta forma, o jovem nadador não é afetado por distrações (peixes, pedras, água salgada, etc.). Se necessário, um instrutor ou responsável por segurança (como um salva-vidas) pode ser mostrado para a criança para a tranquilizar ainda mais.

A água transparente ajuda a criança a controlar os movimentos, observar a posição das pernas e simplesmente não ter medo de alguma coisa que possa estar se escondendo (um medo comum em águas mais turvas, como em rios). Recomenda-se começar a aprender a nadar na água aberta a partir dos 4 anos de idade. No entanto, a regra de ouro é prestar atenção na situação concreta e reagir às ações e à condição da criança conforme ela vai aprendendo.

A base do nado nos diferentes estilos

Seja qual for a idade com que se aprende a nadar, é importante saber que a posição correta do corpo é reto e horizontal, com o rosto virado para baixo na água. Instintivamente, a pessoa quer levantar a cabeça, mas quando o rosto fica virado para baixo é mais fácil de manter o equilíbrio. Ao mesmo tempo, as vértebras cervicais não são forçadas demais durante exposições mais prolongadas à água.

Essa posição aumenta a capacidade de flutuar na água e dá mais velocidade aos principais estilos de natação. Portanto, quando você ensina a nadar desde o primeiro “passo”, o melhor é estabelecer a posição certa logo no começo. Dessa forma, não será necessário gastar tempo e esforço ensinando a técnica correta mais tarde.

Existem quatro estilos principais de natação:

  1. Borboleta: um estilo que não é adequado para crianças que acabam de começar a aprender. O borboleta requer muito esforço físico e uma boa coordenação dos movimentos. Durante o movimento, o nadador “voa” por sobre a água, balançando o corpo em coordenação com as braçadas e o movimento das pernas, fazendo lembrar um golfinho.
  2. Nado de peito: as mãos fazem movimentos largos como se estivessem “empurrando” algo para os lados enquanto as pernas impulsionam. Esse estilo também é chamado de “sapo”.
  3. Crawl: é o estilo mais rápido, com braçadas amplas enquanto as pernas batem na água como tesouras. O rosto do nadador fica submergido na água durante a maior parte do tempo, girando-se a cabeça para respirar.
  4. Nado de costas: com movimentos idênticos aos do crawl, a diferença aqui é que o nadador fica nas costas. Esse é um estilo claramente vantajoso para crianças que ainda não se acostumaram a mergulhar o rosto na água.

Se você não estiver criando um atleta profissional, não é necessário acostumá-lo imediatamente a um único estilo em particular. Antes de mais nada, a criança precisa dominar a técnica de respiração, bem como a coordenação das pernas e braços.

Como ensinar a criança a nadar?

Prostock-studio/Shutterstock.com

Caso seja possível praticar todo dia, é perfeitamente plausível que o resultado desejado seja alcançado durante uma semana de férias. Existem até mesmo métodos criados por instrutores experientes que permitem dominar os movimentos básicos em questão de um ou dois dias. O mais importante a ter em mente aqui é que a criança não deve se sentir forçada. O seu foco deve ficar sempre no nível de adequação do seu filho.

O processo de aprendizado também depende do resultado que você deseja alcançar: se você só precisa ensinar a criança a boiar ou se quer que ela se já se familiarize com um determinado estilo. Se esta segunda opção for a sua preferida, lembre-se que é recomendado começar com o estilo crawl.

Naturalmente, ao escolher os exercícios é importante levar em consideração a idade da criança. A seguir, vamos examinar as técnicas básicas que correspondem às características fisiológicas e psicológicas de cada idade.

Ensinando crianças em idade de pré-escola a nadar

Prostock-studio/Shutterstock.com

É impossível forçar uma criança que não quer nadar – isso simplesmente não faz sentido. Com a idade de 3-4 anos, a criança vai se familiarizando com o mundo em um formato de brincadeira. Assim, você pode, de uma forma lúdica, incutir as competências principais na criança. Já a técnica de nado pode ser aperfeiçoada conforme a criança vai crescendo.

Aqui estão alguns exercícios que permitem aprender os movimentos corretos:

  1. “Moinho”: começa-se de pé na piscina, com a água na altura do peito e os cotovelos meio dobrados. A seguir, a criança deve realizar movimentos circulares com os braços, mergulhando-os na água e tirando novamente. É importante seguir a técnica correta ao submergir os braços: os pulsos devem ser a primeira parte a entrar em contato com a água, seguidos pelos antebraços, cotovelos e os ombros.
  2. “Tesoura”: aqui, o foco é no movimentos dos pés. A criança deve segurar a borda da piscina (no lado raso), deitando a seguir na água e batendo os pés para cima e para baixo.
  3. “Água-viva”: segure a criança logo abaixo do peito enquanto ela se estende sobre a água com o rosto para baixo. O pescoço, pernas e braços devem ficar tão relaxados quanto possível. Esta posição ensina a criança a flutuar e não ter medo de mergulhar o rosto na água.
  4. “Estrela-do-mar”: a posição do corpo é parecida com a do exercício “água-viva”, com a diferença que aqui os braços e pernas são esticados para os lados. Para deixar a tarefa mais complexa, a criança pode soltar a respiração embaixo d’água. Se a criança não estiver preparada para colocar o rosto na água, vocês podem começar o exercício com ela deitada de costas.
  5. “Coração”: na posição inicial, a criança fica de pé com os braços estendidos para a frente. Peça a ela para “desenhar” um coração no ar, abrindo os braços para os lados e os juntando embaixo. Os ombros e braços devem estar dentro d’água.
  6. “Sapo”: a criança se segura no adulto com os braços enquanto movimenta as pernas como se estivesse se empurrando para longe da água.
  7. “Saltos” na água. Peça para a criança sentar e a seguir pular, realizando os dois exercícios anteriores ao mesmo tempo. Esteja pronto para oferecer assistência física (segurar) e apoio psicológico ao jovem nadador.
  8. “Flutuar”: posição inicial: de pé. Esse exercício requer que a criança prenda o fôlego e desça para o fundo da piscina, ficando sentada ali. Avise a criança que ela precisará segurar o fôlego. Como incentivo para esse exercício, um brinquedo colorido pode ser colocado no fundo da piscina.

Esses exercícios ajudam a criança a se acostumar com a água e a não chorar quando um pouco de água entre nos olhos ou nariz. Equipamentos de proteção, como óculos, touca e outros acessórios podem ser usados para o maior conforto de seu filho ou filha.

Se a sessão de treinamento for considerada uma atividade divertida com os pais, a criança vai estar sempre ansiosa para as próximas aulas. Aliás, vale notar que esse tipo de exercício ajuda a evitar o estresse psicológico, permitindo aliviar a tensão muscular e emocional ao mesmo tempo.

Método “acadêmico” de ensinar crianças de 7 a 10 anos

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A idade de cerca dos 7 aos 10 anos é caracterizada por uma maior conscientização da parte da criança ao se exercitar. Não é mais necessário inventar atividades lúdicas – a criança pode dominar habilidades por sua própria iniciativa. É claro, os pais não podem se esquecer de que a motivação nessa idade ainda depende de fatores externos. Assim como no caso de crianças pequenas, é importante criar uma atmosfera que estimula, desperta interesse e espalha emoções positivas. Elogie sempre a criança e nunca a ridicularize.

Agora vamos para a prática. Realizando os exercícios descritos abaixo, é garantido que a criança aprenderá a nadar.

  1. Respiração na água. Posição inicial: de pé, com o rosto mergulhado na água e as mãos segurando nos corrimões da escada da piscina. A criança deve soltar o ar pelo nariz ou boca até a água começar a “borbulhar”. 10 a 15 repetições deste exercício devem ser realizadas antes de se começar a sessão.
  2. Natação com prancha. Posição inicial: deitado na água, segurando a prancha com os braços esticados em frente ao corpo. O rosto precisa estar mergulhado na água. A criança se impulsiona para a frente batendo as pernas, mas tomando cuidado para não dobrar os joelhos. É importante observar a técnica correta de respiração: para inspirar, o rosto deve ser erguido para fora d’água, enquanto que a expiração é realizada na água. Podem ser necessárias várias aulas para dominar a técnica de natação com prancha, dependendo da disposição da criança.
  3. “Flecha”. Este exercício é parecido com o anterior, mas não requer o uso da prancha. Esta tarefa é uma espécie de teste: se a criança aguentar bem, está na hora de passar para a próxima etapa.
  4. Envolvendo os braços. Três opções são possíveis:
    • se os movimentos das pernas seguirem o estilo de peito, os movimentos dos braços devem seguir o mesmo estilo. Desta forma, a criança estará realizando o nado de peito completo e só será necessário praticar para dominar o estilo bem;
    • se as pernas seguirem o estilo crawl, pode-se realizar movimentos de nado de peito com os braços. Neste caso, a criança dominará a técnica “cachorrinho”, que é intuitiva e pode ser usada nas etapas iniciais;
    • a terceira opção é fazer um estilo crawl completo, tanto com os braços quanto com as pernas. A criança também deve praticar a técnica correta de respiração lateral para dominar totalmente este estilo.

É claro, ainda será cedo demais para discutirmos a técnica ideal desses estilos. No entanto, a criança já saberá como flutuar na água e como se movimentar para a frente.

Está ensinando seu filho a nadar antes de um feriado? Acha que está na hora de parar de se preocupar com ele, tanto na água quanto em terra firme? Baixe o aplicativo “Find My Kids” com a função de GPS e escuta ao vivo para evitar que seu filho se perca em um lugar desconhecido. O app pode ser baixado na AppStore e no GooglePlay.

O “método rápido” para crianças jovens

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Se os métodos acima parecerem difíceis ou lentos demais para você (especialmente quando o verão já chegou e você quer ensinar a criança a se acostumar com a natação em questão de dias), tente uma opção diferente. Com ela, você conseguirá resultados rápidos em um período curto sem ter de se concentrar em técnicas específicas.

A essência das aulas se resume a vários exercícios:

  1. Posição inicial: deitado na água com os braços estendidos e tocando o fundo. O rosto deve ser submergido na água por 10 repetições, mantendo-se os músculos do pescoço relaxados. Naturalmente, o exercício só pode ser realizado onde a água é rasa.
  2. O mesmo exercício é realizado com somente um braço tocando o fundo da piscina.
  3. Realiza-se o mesmo exercício ao mesmo tempo em que se alterna os braços tocando no fundo.

Quando a criança tiver dominado a terceira tarefa, peça a ela para tirar os dois braços ao mesmo tempo. Desta forma, ela aprenderá a boiar na água. No entanto, isso é só metade da tarefa. Depois disso, a criança deve aprender a se deslocar para a frente. Isto pode ser feito através dos seguintes exercícios:

  1. Posição inicial: deitado na água, braços estendidos para a frente. Lembre-se de que não é necessário para a criança se apressar ou fazer movimentos bruscos.
  2. Enquanto a criança está na água com os braços estendidos, ela deve se empurrar para longe da borda da piscina e deslizar para a frente. Quando isto funcionar, ela pode incorporar movimentos das pernas (bastando bater as pernas, sem se preocupar com técnica). Tendo dominado o movimento com as pernas, está na hora da criança incluir os braços no nado, sem se preocupar com estilos específicos. O único requerimento é não colocar as mãos atrás do corpo, permitindo levantar o rosto sobre a água sem perder o equilíbrio.
  3. Erguer a cabeça. Primeiro a cabeça deve ser levantada sem inspirar. É importante dominar a sequência de movimentos. Assim que a criança conseguir, peça para acrescentar uma respiração acima d’água.

Este método é geralmente considerado muito eficaz, podendo apresentar resultados depois de uma única aula.

Crianças maiores de 12 anos

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Os métodos acima também podem ser usados com seu filho adolescente. Depois dos 12 anos de idade, é mais fácil para a criança completar as tarefas descritas acima e seguir as instruções adequadamente. Geralmente, as dificuldades que podem surgir se devem simplesmente a fatores psicológicos:

  • um método grande de estar na água (o que pode vir de anteriores tentativas fracassadas);
  • a falta de uma boa conexão emocional com a pessoa que está ensinando a criança;
  • preguiça.

Nesses casos, o adulto precisa encontrar a abordagem certa para a criança de mais idade. É importante motivá-la e demonstrar os benefícios da natação. Quando uma relação de confiança tiver se estabelecido, a sessão de treinamento pode começar.

Erros no processo de ensino

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Além de seguir as técnicas e regras que vimos acima, é importante evitar certos erros comuns. Durante as aulas:

  • não reverta para métodos extremos. A criança não vai aprender mais rápido se você a jogar na água esperando que isso ative seus instintos naturais. Métodos arcaicos como esse podem ter consequências psicológicas sérias, gerando um medo persistente da água ou abalando a confiança nos pais (isso depende muito da idade com que a criança sofreria uma situação destas);
  • não ignore o humor da criança. Se ela estiver preocupada, ansiosa ou aborrecida com algo, ouça o que ela tem a dizer e deixe ela decidir se quer ou não continuar a aula;
  • não faça comentários negativos quando a criança falhar;
  • concentre-se nos sucessos. Sempre há algo a elogiar;
  • não espere que a criança consiga coordenar os movimentos com a mesma competência de um adulto. Tenha em mente a capacidade da idade dela;
  • não use boias em formato de anel. Elas formam o hábito errado de ficar de pé na água. Para proteger a criança e reduzir o peso, é melhor usar coletes ou boias para os braços (e, se possível, não use nem isso).

Talvez isso seja tudo que um pai precisa saber ao começar a tarefa de ser o personal trainer de seus filhos. Ajude a criança a se apaixonar pela água, ensine alguns movimentos básicos e treine a coordenação de braços e pernas, bem como a respiração adequada. Não se apresse em passar para novas etapas se a criança ainda não tiver consolidado suas habilidades atuais. Durante as aulas, siga as recomendações que vimos acima e tenha sempre em mente a idade e as características psicológicas da criança, tendo autoconfiança e mantendo uma atitude positiva.

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