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Como ensinar seu filho a nadar rápido e sem medo

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Todo pai sabe que nadar faz bem para as crianças. Mas nem todos sabem como ensinar seus filhos a nadar corretamente, em pouco tempo e sem causar estresse desnecessário. Para aprender como não assustar a criança e como inspirar o amor pela água e por atividades saudáveis ao ar livre em um adolescente, convidamos você a consultar este artigo. Juntos, vamos estudar as principais técnicas e analisar os erros que não se deve cometer. Após ler este artigo, você poderá passar com confiança para a parte prática!

Conteúdos:

A partir de que idade pode-se ensinar a criança a nadar?

Fisiologicamente, a criança possui a capacidade de nadar desde que nasce. No útero, os bebês “flutuam” em fluido amniótico por nove meses. Após o parto, a criança instintivamente sabe segurar o fôlego e “remar” com as mãos. No entanto, se este reflexo não for estimulado durante os dois primeiros meses após o nascimento, ele desaparece.

Estudos demonstram que nadar, para crianças de idade tenra, ajuda a reduzir o nível de estresse do corpo, fortalecendo o sistema imune e melhorando as reações do corpo a ataques externos. Os melhores resultados vêm de nadar por 30 minutos, três vezes por semana.

Voltando para a questão da idade: é importante que a criança só comece a aprender a nadar quando os pais estiverem prontos para isso. Afinal, eles precisam superar dificuldades com a criança, juntos, e livrá-la de seus medos. Como regra geral, quanto maior a idade da criança, mais fácil fica de negociar com ela. Na maioria dos casos, as crianças um pouco mais velhas já conhecem os benefícios da natação e têm interesse em aprender.

Quando se trata de criar um nadador profissional, a preciosa época inicial não pode ser desperdiçada. Os treinadores esportivos recomendam começar a treinar com a idade de 4 anos. É durante este período que aparece um desejo natural de fazer novas coisas, bem como a capacidade fisiológica do cérebro de rapidamente dominar a coordenação dos movimentos das pernas e dos braços.

Como superar o medo da água?

Se o pequeno “aluno” tiver medo da água, não tente convencê-lo a sentir o contrário. Para alcançar resultados rápidos, é essencial que as aulas ocorram em um ambiente confortável e seguro. O foco dos pais não deve ser na superação do medo, mas sim em criar uma sensação de segurança. Isto pode ser feito das seguintes formas:

  • permita que a criança se acostume com a água. Conforme ela se familiariza com a água, as sensações deixam de ser novas e a criança não mais se distrai com elas. Por isso, vale a pena explicar as propriedades da água para ela. Usando uma linguagem compreensível para a idade da criança, conte para ela que, se o corpo estiver na posição certa, a água o faz flutuar e “empurra” para a superfície. Mostre que uma bola não afunda na água e explique por que isso acontece. Quando o medo desaparecer, será fácil de alcançar rapidamente o resultado desejado;
  • deixe que a criança sinta o chão sob seus pés. Não se apresse em levar a criança para água funda. Nas primeiras etapas de treinamento, o ideal é que a água fique à altura do peito. Sugira algumas brincadeiras: o exercício do “chafariz” ajuda a criança a se sentir confortável com a água. Peça para ela curvar os joelhos ligeiramente até que os lábios estejam na água. Nesta posição, a criança deve soprar o ar para fora até começar a fazer bolhas. Esta atividade serve para entreter a criança e ajuda a lidar com a ansiedade. Depois disso, é possível ir até uma profundidade por volta da altura dos ombros.

Ao ensinar, é importante falar e agir com calma, sem apressar a criança e sem levantar a voz. O pai deve ser a “corda de segurança”, um guia no caminho que leva ao desconhecido.

Quando o medo da água fica para trás, está na hora de começar a aprender a boiar. Este momento não deve ser adiado, já que ele ajuda a se acostumar a ficar na água sem tocar o fundo.

Sempre mantenha a calma e seja um guia confiante para o seu filho, tanto nas aulas de natação quanto em qualquer outra situação. Sempre esteja consciente de onde a criança está e do que está acontecendo em torno dela a fim de poder oferecer assistência ou apoio conforme necessário. Baixe o app “Find My Kids” da AppStore ou no GooglePlay.

Piscina ou um corpo de água aberto?

Para superar o medo da água, o ideal é usar uma piscina. Menos espaço aberto, uma temperatura confortável e uma área com bordas – isso tudo ajuda a criar a sensação de segurança. A julgar por uma pesquisa feita entre pais, cerca de metade das crianças aprendem a nadar bem em uma piscina. Desta forma, o jovem nadador não é afetado por distrações (peixes, pedras, água salgada, etc.). Se necessário, um instrutor ou responsável por segurança (como um salva-vidas) pode ser mostrado para a criança para a tranquilizar ainda mais.

A água transparente ajuda a criança a controlar os movimentos, observar a posição das pernas e simplesmente não ter medo de alguma coisa que possa estar se escondendo (um medo comum em águas mais turvas, como em rios). Recomenda-se começar a aprender a nadar na água aberta a partir dos 4 anos de idade. No entanto, a regra de ouro é prestar atenção na situação concreta e reagir às ações e à condição da criança conforme ela vai aprendendo.

A base do nado nos diferentes estilos

Seja qual for a idade com que se aprende a nadar, é importante saber que a posição correta do corpo é reto e horizontal, com o rosto virado para baixo na água. Instintivamente, a pessoa quer levantar a cabeça, mas quando o rosto fica virado para baixo é mais fácil de manter o equilíbrio. Ao mesmo tempo, as vértebras cervicais não são forçadas demais durante exposições mais prolongadas à água.

Essa posição aumenta a capacidade de flutuar na água e dá mais velocidade aos principais estilos de natação. Portanto, quando você ensina a nadar desde o primeiro “passo”, o melhor é estabelecer a posição certa logo no começo. Dessa forma, não será necessário gastar tempo e esforço ensinando a técnica correta mais tarde.

Existem quatro estilos principais de natação:

  1. Borboleta: um estilo que não é adequado para crianças que acabam de começar a aprender. O borboleta requer muito esforço físico e uma boa coordenação dos movimentos. Durante o movimento, o nadador “voa” por sobre a água, balançando o corpo em coordenação com as braçadas e o movimento das pernas, fazendo lembrar um golfinho.
  2. Nado de peito: as mãos fazem movimentos largos como se estivessem “empurrando” algo para os lados enquanto as pernas impulsionam. Esse estilo também é chamado de “sapo”.
  3. Crawl: é o estilo mais rápido, com braçadas amplas enquanto as pernas batem na água como tesouras. O rosto do nadador fica submergido na água durante a maior parte do tempo, girando-se a cabeça para respirar.
  4. Nado de costas: com movimentos idênticos aos do crawl, a diferença aqui é que o nadador fica nas costas. Esse é um estilo claramente vantajoso para crianças que ainda não se acostumaram a mergulhar o rosto na água.

Se você não estiver criando um atleta profissional, não é necessário acostumá-lo imediatamente a um único estilo em particular. Antes de mais nada, a criança precisa dominar a técnica de respiração, bem como a coordenação das pernas e braços.

Como ensinar a criança a nadar?

Caso seja possível praticar todo dia, é perfeitamente plausível que o resultado desejado seja alcançado durante uma semana de férias. Existem até mesmo métodos criados por instrutores experientes que permitem dominar os movimentos básicos em questão de um ou dois dias. O mais importante a ter em mente aqui é que a criança não deve se sentir forçada. O seu foco deve ficar sempre no nível de adequação do seu filho.

O processo de aprendizado também depende do resultado que você deseja alcançar: se você só precisa ensinar a criança a boiar ou se quer que ela se já se familiarize com um determinado estilo. Se esta segunda opção for a sua preferida, lembre-se que é recomendado começar com o estilo crawl.

Naturalmente, ao escolher os exercícios é importante levar em consideração a idade da criança. A seguir, vamos examinar as técnicas básicas que correspondem às características fisiológicas e psicológicas de cada idade.

Ensinando crianças em idade de pré-escola a nadar

É impossível forçar uma criança que não quer nadar – isso simplesmente não faz sentido. Com a idade de 3-4 anos, a criança vai se familiarizando com o mundo em um formato de brincadeira. Assim, você pode, de uma forma lúdica, incutir as competências principais na criança. Já a técnica de nado pode ser aperfeiçoada conforme a criança vai crescendo.

Aqui estão alguns exercícios que permitem aprender os movimentos corretos:

  1. “Moinho”: começa-se de pé na piscina, com a água na altura do peito e os cotovelos meio dobrados. A seguir, a criança deve realizar movimentos circulares com os braços, mergulhando-os na água e tirando novamente. É importante seguir a técnica correta ao submergir os braços: os pulsos devem ser a primeira parte a entrar em contato com a água, seguidos pelos antebraços, cotovelos e os ombros.
  2. “Tesoura”: aqui, o foco é no movimentos dos pés. A criança deve segurar a borda da piscina (no lado raso), deitando a seguir na água e batendo os pés para cima e para baixo.
  3. “Água-viva”: segure a criança logo abaixo do peito enquanto ela se estende sobre a água com o rosto para baixo. O pescoço, pernas e braços devem ficar tão relaxados quanto possível. Esta posição ensina a criança a flutuar e não ter medo de mergulhar o rosto na água.
  4. “Estrela-do-mar”: a posição do corpo é parecida com a do exercício “água-viva”, com a diferença que aqui os braços e pernas são esticados para os lados. Para deixar a tarefa mais complexa, a criança pode soltar a respiração embaixo d’água. Se a criança não estiver preparada para colocar o rosto na água, vocês podem começar o exercício com ela deitada de costas.
  5. “Coração”: na posição inicial, a criança fica de pé com os braços estendidos para a frente. Peça a ela para “desenhar” um coração no ar, abrindo os braços para os lados e os juntando embaixo. Os ombros e braços devem estar dentro d’água.
  6. “Sapo”: a criança se segura no adulto com os braços enquanto movimenta as pernas como se estivesse se empurrando para longe da água.
  7. “Saltos” na água. Peça para a criança sentar e a seguir pular, realizando os dois exercícios anteriores ao mesmo tempo. Esteja pronto para oferecer assistência física (segurar) e apoio psicológico ao jovem nadador.
  8. “Flutuar”: posição inicial: de pé. Esse exercício requer que a criança prenda o fôlego e desça para o fundo da piscina, ficando sentada ali. Avise a criança que ela precisará segurar o fôlego. Como incentivo para esse exercício, um brinquedo colorido pode ser colocado no fundo da piscina.

Esses exercícios ajudam a criança a se acostumar com a água e a não chorar quando um pouco de água entre nos olhos ou nariz. Equipamentos de proteção, como óculos, touca e outros acessórios podem ser usados para o maior conforto de seu filho ou filha.

Se a sessão de treinamento for considerada uma atividade divertida com os pais, a criança vai estar sempre ansiosa para as próximas aulas. Aliás, vale notar que esse tipo de exercício ajuda a evitar o estresse psicológico, permitindo aliviar a tensão muscular e emocional ao mesmo tempo.

Método “acadêmico” de ensinar crianças de 7 a 10 anos

A idade de cerca dos 7 aos 10 anos é caracterizada por uma maior conscientização da parte da criança ao se exercitar. Não é mais necessário inventar atividades lúdicas – a criança pode dominar habilidades por sua própria iniciativa. É claro, os pais não podem se esquecer de que a motivação nessa idade ainda depende de fatores externos. Assim como no caso de crianças pequenas, é importante criar uma atmosfera que estimula, desperta interesse e espalha emoções positivas. Elogie sempre a criança e nunca a ridicularize.

Agora vamos para a prática. Realizando os exercícios descritos abaixo, é garantido que a criança aprenderá a nadar.

  1. Respiração na água. Posição inicial: de pé, com o rosto mergulhado na água e as mãos segurando nos corrimões da escada da piscina. A criança deve soltar o ar pelo nariz ou boca até a água começar a “borbulhar”. 10 a 15 repetições deste exercício devem ser realizadas antes de se começar a sessão.
  2. Natação com prancha. Posição inicial: deitado na água, segurando a prancha com os braços esticados em frente ao corpo. O rosto precisa estar mergulhado na água. A criança se impulsiona para a frente batendo as pernas, mas tomando cuidado para não dobrar os joelhos. É importante observar a técnica correta de respiração: para inspirar, o rosto deve ser erguido para fora d’água, enquanto que a expiração é realizada na água. Podem ser necessárias várias aulas para dominar a técnica de natação com prancha, dependendo da disposição da criança.
  3. “Flecha”. Este exercício é parecido com o anterior, mas não requer o uso da prancha. Esta tarefa é uma espécie de teste: se a criança aguentar bem, está na hora de passar para a próxima etapa.
  4. Envolvendo os braços. Três opções são possíveis:
    • se os movimentos das pernas seguirem o estilo de peito, os movimentos dos braços devem seguir o mesmo estilo. Desta forma, a criança estará realizando o nado de peito completo e só será necessário praticar para dominar o estilo bem;
    • se as pernas seguirem o estilo crawl, pode-se realizar movimentos de nado de peito com os braços. Neste caso, a criança dominará a técnica “cachorrinho”, que é intuitiva e pode ser usada nas etapas iniciais;
    • a terceira opção é fazer um estilo crawl completo, tanto com os braços quanto com as pernas. A criança também deve praticar a técnica correta de respiração lateral para dominar totalmente este estilo.

É claro, ainda será cedo demais para discutirmos a técnica ideal desses estilos. No entanto, a criança já saberá como flutuar na água e como se movimentar para a frente.

Está ensinando seu filho a nadar antes de um feriado? Acha que está na hora de parar de se preocupar com ele, tanto na água quanto em terra firme? Baixe o aplicativo “Find My Kids” com a função de GPS e escuta ao vivo para evitar que seu filho se perca em um lugar desconhecido. O app pode ser baixado na AppStore e no GooglePlay.

O “método rápido” para crianças jovens

Se os métodos acima parecerem difíceis ou lentos demais para você (especialmente quando o verão já chegou e você quer ensinar a criança a se acostumar com a natação em questão de dias), tente uma opção diferente. Com ela, você conseguirá resultados rápidos em um período curto sem ter de se concentrar em técnicas específicas.

A essência das aulas se resume a vários exercícios:

  1. Posição inicial: deitado na água com os braços estendidos e tocando o fundo. O rosto deve ser submergido na água por 10 repetições, mantendo-se os músculos do pescoço relaxados. Naturalmente, o exercício só pode ser realizado onde a água é rasa.
  2. O mesmo exercício é realizado com somente um braço tocando o fundo da piscina.
  3. Realiza-se o mesmo exercício ao mesmo tempo em que se alterna os braços tocando no fundo.

Quando a criança tiver dominado a terceira tarefa, peça a ela para tirar os dois braços ao mesmo tempo. Desta forma, ela aprenderá a boiar na água. No entanto, isso é só metade da tarefa. Depois disso, a criança deve aprender a se deslocar para a frente. Isto pode ser feito através dos seguintes exercícios:

  1. Posição inicial: deitado na água, braços estendidos para a frente. Lembre-se de que não é necessário para a criança se apressar ou fazer movimentos bruscos.
  2. Enquanto a criança está na água com os braços estendidos, ela deve se empurrar para longe da borda da piscina e deslizar para a frente. Quando isto funcionar, ela pode incorporar movimentos das pernas (bastando bater as pernas, sem se preocupar com técnica). Tendo dominado o movimento com as pernas, está na hora da criança incluir os braços no nado, sem se preocupar com estilos específicos. O único requerimento é não colocar as mãos atrás do corpo, permitindo levantar o rosto sobre a água sem perder o equilíbrio.
  3. Erguer a cabeça. Primeiro a cabeça deve ser levantada sem inspirar. É importante dominar a sequência de movimentos. Assim que a criança conseguir, peça para acrescentar uma respiração acima d’água.

Este método é geralmente considerado muito eficaz, podendo apresentar resultados depois de uma única aula.

Crianças maiores de 12 anos

Os métodos acima também podem ser usados com seu filho adolescente. Depois dos 12 anos de idade, é mais fácil para a criança completar as tarefas descritas acima e seguir as instruções adequadamente. Geralmente, as dificuldades que podem surgir se devem simplesmente a fatores psicológicos:

  • um método grande de estar na água (o que pode vir de anteriores tentativas fracassadas);
  • a falta de uma boa conexão emocional com a pessoa que está ensinando a criança;
  • preguiça.

Nesses casos, o adulto precisa encontrar a abordagem certa para a criança de mais idade. É importante motivá-la e demonstrar os benefícios da natação. Quando uma relação de confiança tiver se estabelecido, a sessão de treinamento pode começar.

Erros no processo de ensino

Além de seguir as técnicas e regras que vimos acima, é importante evitar certos erros comuns. Durante as aulas:

  • não reverta para métodos extremos. A criança não vai aprender mais rápido se você a jogar na água esperando que isso ative seus instintos naturais. Métodos arcaicos como esse podem ter consequências psicológicas sérias, gerando um medo persistente da água ou abalando a confiança nos pais (isso depende muito da idade com que a criança sofreria uma situação destas);
  • não ignore o humor da criança. Se ela estiver preocupada, ansiosa ou aborrecida com algo, ouça o que ela tem a dizer e deixe ela decidir se quer ou não continuar a aula;
  • não faça comentários negativos quando a criança falhar;
  • concentre-se nos sucessos. Sempre há algo a elogiar;
  • não espere que a criança consiga coordenar os movimentos com a mesma competência de um adulto. Tenha em mente a capacidade da idade dela;
  • não use boias em formato de anel. Elas formam o hábito errado de ficar de pé na água. Para proteger a criança e reduzir o peso, é melhor usar coletes ou boias para os braços (e, se possível, não use nem isso).

Talvez isso seja tudo que um pai precisa saber ao começar a tarefa de ser o personal trainer de seus filhos. Ajude a criança a se apaixonar pela água, ensine alguns movimentos básicos e treine a coordenação de braços e pernas, bem como a respiração adequada. Não se apresse em passar para novas etapas se a criança ainda não tiver consolidado suas habilidades atuais. Durante as aulas, siga as recomendações que vimos acima e tenha sempre em mente a idade e as características psicológicas da criança, tendo autoconfiança e mantendo uma atitude positiva.

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