Fechar
Novo
Criação
Aparelhos
Histórias
Popular
fb
0
fb
0
Educação

Como Falar com os Seus Filhos Sobre Sexo: Um Guia para os Pais

Falar sobre sexualidade na infância não deve ser um tabu. Veja aqui como você pode estar falando de sexo com as crianças, usando a linguagem da educação sexual infantil.

Como seres humanos, somos seres sexuais. O sexo permeia todas as áreas de nossas vidas e nos constrói como indivíduos, desde o útero de nossas mães. Apesar disso, o sexo é muitas vezes ainda hoje motivo de tabu e vergonha.

É pelo despreparo ou medo de quebrar esse tabu que muitos pais deixam de falar com os filhos sobre o assunto. As consequências da falta de um diálogo aberto vão desde a maior exposição a situações de risco à falta de empoderamento sobre o próprio corpo e sobre a própria sexualidade.

Prostock-studio/Shutterstock.com

 

— Cleo Vasconcellos,
Graduada em Psicologia

A intenção deste artigo é tornar os pais conscientes e confortáveis o suficiente para sentar com as crianças e equipá-las com o conhecimento necessário. Com as informações e dicas aqui presentes, você se sentirá preparado para começar o processo de educação sexual, independente da idade e do gênero dos seus filhos.

Conteúdo:

  • Quando é o momento certo para começar a conversar sobre sexo?
  • Então como de fato começar uma conversa sobre sexo com o meu filho?
  • E como eu respondo as questões dos meus filhos sobre sexo?
  • Um Guia por Idade: Dicas específicas para cada fase do desenvolvimento
  • Do nascimento até os dois anos
  • Três anos
  • Dos quatro aos seis anos
  • Dos sete aos nove anos
  • Dos dez aos doze anos
  • Dos 13 aos 17 anos
  • 18 anos
  • Como eu posso manter meus filhos saudáveis e seguros?

Quando é o momento certo para começar a conversar sobre sexo?

Quanto antes, melhor. Já foi comprovado tanto pela psicologia quanto por outras ciências como a neurologia que as crianças já conseguem processar informações desde a fase gestacional.

мама с детьми

Prostock-studio/Shutterstock.com

Assim, é possível educar sobre sexo desde cedo. O que os pais devem manter em mente é que cada idade possui as suas peculiaridades. É importante adequar a informação ao estágio do desenvolvimento em que o seu filho se encontra, tomando o cuidado de usar uma linguagem que ele seja capaz de compreender.

Importante: Devido a essa questão da linguagem, se você tem filhos em diferentes faixas etárias, opte por conversar com uma criança de cada vez.

Outra questão a ser considerada é a personalidade da criança. Se você tem uma menina beirando os seis anos, super extrovertida e brincalhona, você pode deixar que ela guie a conversa com perguntas. Em contrapartida, se você tem um menino nessa mesma idade, mas introvertido e reservado, você pode abordar o tema em uma conversa tranquila, enquanto desenham ou pintam.

É provável que a própria criança escolha alguém para fazer as perguntas: o pai, a mãe ou um tio de quem ela goste muito. É essencial se certificar de que o conselheiro seja uma pessoa responsável e comprometida a oferecer as informações apropriadas ao seu filho.

Então como de fato começar uma conversa sobre sexo com o meu filho?

No nosso dia a dia, existem infinitas possibilidades de iniciar o assunto sobre sexo. A hora do banho, por exemplo, é um bom momento para se falar sobre a importância de manter privadas aquelas partes do corpo. Outra boa ocasião é quando nasce um bebê na família, você pode perguntar se a criança sabe de onde aquele bebê veio e assim por diante.

папа, ребенок и мама

Prostock-studio/Shutterstock.com

É essencial que você se mantenha completamente aberto e receptivo. As famosas perguntas que as crianças fazem sobre sexo, que tanto amedrontam os pais, essas são ótimas oportunidades. Deixe a apreensão de lado e use as perguntas como um guia para a conversa.

Você pode optar por simplesmente ir respondendo e esclarecendo as dúvidas que o seu próprio filho traz. Se você identificar um ponto importante de ser esclarecido, mesmo que a criança não tenha perguntado especificamente, você deve tomar a iniciativa de esclarecer.

Honestidade é o melhor caminho. Quanto mais você desmistificar, menos curiosidade e mais conhecimento o seu filho vai ter sobre o assunto. Seja sempre claro em suas colocações e use ilustrações, bonecos e brinquedos para ser bem compreendido.

E como eu respondo as questões dos meus filhos sobre sexo?

Crianças são naturalmente curiosas, essa é a maneira delas de buscar informação. Quando as perguntas chegarem, mantenha a conversa amigável e leve, assim a criança vai se sentir mais à vontade para se abrir com você.

Não ria, mesmo que a pergunta seja engraçada. Se você rir, a criança pode ficar com vergonha ou se achar “boba” e se fechar. Tente manter uma expressão natural, não tão séria.

Verifique se a criança realmente entendeu sua explicação ou se tem alguma dúvida. Perceba as respostas, as expressões e as reações, prepare-se para explicar a mesma questão várias vezes.

Seja breve, não é preciso fazer um discurso sobre o assunto. Caso você ofereça muitas informações, o seu filho pode se sentir confuso e assustado.

Um Guia por Idade: Dicas específicas para cada fase do desenvolvimento

A forma que a criança usa para se comunicar muda consideravelmente ao longo do seu desenvolvimento. É importante que os pais, na hora de conversar sobre sexo, se atentem para isso e usem uma linguagem apropriada para que o filho entenda a mensagem.

Além disso, algumas informações que são adequadas para crianças de seis anos, podem não ser adequadas para crianças de três anos. É preciso ter esse discernimento para evitar uma confusão mental e favorecer uma troca de informações saudável.

Do nascimento até os dois anos

Nessa fase, a criança começa a aprender que ela é um ser humano separado do ambiente, separado da sua mãe. É através do seu corpo e da relação com os cuidadores que ela começa a sentir prazer ou desprazer. Assim, essa é a hora de começar a explorar o corpo, reconhecer cada parte, entender os movimentos e os limites.

Escolha uma canção sobre isso e cante enquanto dá banho no seu filho. Ou crie a sua própria canção. Por exemplo:

Quando for a vez da orelha, toque levemente a orelha do seu bebê. Com o tempo, eles vão aprender a dançar e a cantar junto com a música, e eles mesmos vão tocar a parte do corpo referente ao nome que foi ensinado.

Isso vai ensinar o nome e para que serve cada parte do corpo. A essa informação você pode aos poucos acrescentar o que a criança deve ou não fazer com essas partes. Para ilustrar: “Só mamãe e papai podem tocar o meu bumbum.”

Outra questão a ser considerada é que as crianças nessa idade já começam a tocar as suas partes íntimas. Os meninos têm ereção e as meninas lubrificação. Muitos pais automaticamente repreendem esse comportamento.

маленькая девочка

Prostock-studio/Shutterstock.com

É preciso compreender que a repressão causa traumas e que, para a criança, tocar essa parte do corpo é o mesmo que tocar o braço ou a barriga. É uma forma de se autoconhecer e se tornar mais confortável consigo mesma. Responda positivamente nessas situações, brincando e sorrindo; aproveite para ensinar quais as funções do pênis e da vagina.

Use o nome próprio de cada parte do corpo, caso contrário a criança pode pensar que tem algo errado com sua vagina ou com o seu pênis.

Esse é também o momento de começar a entender sobre gênero. Diga ao seu filho se ele é menino ou menina, assim como a mamãe é menina e o papai é menino. Caso o seu filho seja intersex, ainda assim ensine a função dos órgãos sexuais – mais tarde ele escolherá que gênero expressar.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos Normais: Ereção nos meninos e lubrificação nas meninas; Tocar o corpo dos pais; Tocar as genitais durante a troca de fralda ou banho.

    O que fazer: Sorrir e encorajar da mesma maneira que você encoraja outros comportamentos normais como comer ou brincar.

  • Comportamentos limite: Ainda tocar as genitais além da hora do banho e de trocas de fralda, quando estiver ansioso ou com medo, durante o sono, etc.; Ereções e lubrificação frequentes.

    O que fazer: Tente gentilmente evitar esse comportamento excessivo, desviando a atenção da criança para um brinquedo, etc.; Busque ajuda médica caso perceba que as ereções estejam muito frequentes.

  • Comportamentos Desviantes: Agressividade em relação ao seio da mãe ou genitais dos pais, mesmo depois de esclarecido que não pode; Tocar as próprias genitais até se machucar.

    O que fazer: Diga firmemente NÃO quando eles morderem ou baterem nos seios e corpos; Ofereça muitos brinquedos e diversão para mantê-los ocupados; Dificulte o acesso aos genitais mantendo a criança de fralda e roupa.

Três anos

Agora a criança já possui uma melhor compreensão e explora mais o corpo e o mundo através do corpo. Ela já tem a capacidade de controlar o esfíncter e vai ao banheiro sozinha, “poder” que lhe dá prazer.

É comum encontrar, nessa fase, o seu filho entretido examinando o próprio pênis e a sua filha muito interessada na própria vagina. Por mais que a cena pareça chocante, lembre-se de reagir positivamente e saiba que nessa idade ainda não há “malícia”. Você pode começar a ensinar que tudo bem fazer isso enquanto estiver no quarto ou no banho, mas nunca na frente de outras pessoas.

Outra questão a ser considerada é que, aos três anos, o seu filho já desenvolveu uma melhor compreensão de gênero e também já criou uma identidade de gênero. Como os papeis de gênero são muito relativos à cultura em que estamos inseridos, cabe a você escolher o que vai ensinar sobre o seu filho a respeito disso.

Prostock-studio/Shutterstock.com

Independente de sua visão de mundo evite frases como “Isso não é comportamento de menina” ou “Meninos não choram”. Mensagens assim criam desde cedo limitações para a criança, com fortes reflexos para sua personalidade e experiência de vida.

Nesse estágio começa a ocorrer o famoso “Complexo de Édipo”, quando a criança tem sentimentos incestuosos em relação aos pais. É seu papel instituir limites, lembrando-se de não deixar de beijar e abraçar a criança para demonstrar afeto. Por exemplo: “Você não pode tocar assim os seios da mamãe, vem cá, me da um abraço”.

Deixe claro para o seu filho que ninguém, nem mesmo você, pode tocar suas partes intimas de forma inapropriada. Ensine-o quais são as formas apropriadas de tocar o próprio corpo e o corpo dos outros. Mostre como agir caso alguém o toque de forma inapropriada: “Afaste-se e diga: ‘você não pode tocar aqui, se você continuar eu vou contar para meu pai/minha mãe/meu avô/etc.”

папа с дочкой на руках

Prostock-studio/Shutterstock.com

Ensine, independente do gênero dos seus filhos, que eles são seres únicos, especiais, aceitos e dignos de amor. Ensine-os a se amarem, se respeitarem e terem autoconfiança. Lembre-se de que as crianças aprendem mais com exemplos do que com palavras. Portanto, trabalhar o seu amor-próprio, a sua autoconfiança e o seu autorrespeito é a melhor maneira de ensinar.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos normais: Apreciar a nudez e compreender as diferenças físicas entre os gêneros.

    O que fazer: Ensinar sobre privacidade e educar sobre as partes do corpo.

  • Comportamentos limite: Perguntar exaustivamente sobre diferenças de gênero; Exibir nudez em público.

    O que fazer: Responda até que eles se sintam satisfeitos; Com firmeza explique que a exibição é inapropriada.

  • Comportamentos desviantes: Exibir-se em público de propósito, mesmo sendo ensinadas várias vezes; Usar papeis de gênero de forma negativa, como expressando raiva.

    O que fazer: Institua consequências para a nudez em público; Encoraje expressões positivas, como alegria e gentileza.

Dos quatro aos seis anos

Nesse estágio da vida a criança já tem os aparatos psicológicos e linguísticos para compreender informações mais complexas. Já sabem que meninos têm pênis e as meninas têm vaginas, e começa a enxergar os detalhes das diferenças entre os sexos e gêneros.

É nesse momento que surgem os jogos sexuais do tipo “você olha o meu e eu olho o seu”. Isso é completamente normal. O ideal é que você reúna um grupo de meninos e meninas e, com a ajuda de jogos, músicas, desenhos, etc., explique para eles aquilo que eles querem saber.

беременность

Prostock-studio/Shutterstock.com

Eles já sabem que o ato de manipular os genitais traz prazer, apesar de não compreenderem bem o motivo. Já imitam os comportamentos dos adultos, como nas brincadeiras de casamento.

Portanto, já estão aptos a entender como os bebês são feitos. Use a história do nascimento do seu filho como base para ir explicando, mas ainda guie-se pelas perguntas da criança. Use termos suaves que a criança já conheça e faça também as suas perguntas, para se certificar que eles entenderam bem.

Esse é então um bom momento para explicar melhor conceitos mais complexos como corpos intersex e hermafroditas, ou diversidade no geral. Lembre sempre de ensinar ao seu filho que as pessoas diferentes dele merecem tanto respeito, cuidado, aceitação e amor quanto ele.

 Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos normais: Curiosidade sobre gravidez, sexo, seios, etc.; Consciência de gênero consolidada.

    O que fazer: Encoraje a exploração colocando os seus limites, evite que as crianças explorem sozinhas com outras crianças.

  • Comportamentos limite: Perguntar exaustivamente sobre reprodução e gravidez, mesmo depois de explicado; Ficar encarando pessoas nuas mesmo já tendo visto antes a nudez.

    O que fazer: Responda até que eles se sintam satisfeitos; Com firmeza explique que olhar pessoas nuas não é certo e ofereça alternativas como desenhos ou imagens.

  • Comportamentos desviantes: Conhecimento muito avançado sobre sexo; Pedir ou tentar forçar que alguém fique nu.

    O que fazer: Institua consequências para esses comportamentos e considere a psicoterapia.

Dos sete aos nove anos

A partir dessa idade a criança já tem pudor. Por estar consolidando o conceito de privacidade, é comum nessa fase que o menino não queira mais ser visto tomando banho e que a menina tome cuidado para não mostrar a calcinha quando está de vestido.

Além disso, é uma fase em que a questão sexual fica mais apaziguada. Eles perdem um pouco do interesse no sexo oposto e focam em fazer amizade com pessoas do mesmo gênero e se envolver em atividades como esportes, teatro, etc.

Por isso, esse é um bom momento para você tratar de assuntos como internet, celular e TV. Estabeleça limites para o acesso a esses dispositivos, explique os perigos e os benefícios. Escute a opinião do seu filho e negocie com ele. Isso faz com que ele se sinta responsável e obedeça a decisão ao invés de se rebelar por que algo lhe foi imposto.

дети на качелях

Prostock-studio/Shutterstock.com

Hoje em dia, mesmo que tentemos evitar, o contato com a pornografia ocorre desde cedo. Seja ela “soft porn”, como em uma propaganda da TV ou algo mais sério como um vídeo na internet, hoje o acesso é muito fácil. Explique brevemente do que se trata e diga que isso não lhes cabe, que existem formas melhores de explorar a sexualidade. Não fale mal da pornografia ou demonize-a, ou você vai acabar atiçando a curiosidade.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos normais: Desejo por privacidade; Brincar que é do gênero oposto.

    O que fazer: Valide os sentimentos e permita a brincadeira.

  • Comportamentos limite: Ficar irritado/magoado quando é visto nu; Expressar negatividade em relação ao próprio gênero.

    O que fazer: Estabeleça regras de privacidade na casa; Elogie a criança em seus papeis de gênero e os pontos fortes de sua aparência. Explique melhor sobre masculinidade e feminilidade, mantendo um enfoque positivo.

  • Comportamentos desviantes: Se tornar agressivo quando é visto nu; Odiar suas genitais e seu gênero.

    O que fazer: Ensine formas alternativas de expressar a raiva; Continue ensinando sobre amor próprio, autorrespeito, autoaceitação e autocuidado – nunca será demais. Considere psicoterapia.

Dos dez aos doze anos

Chegou a puberdade, momento tão crucial na vida de uma pessoa. Nessa fase, os meninos sofrem alteração na voz, as meninas menstruam, crescem os pelos, aumentam os hormônios. Temos então um turbilhão de eventos tanto físicos quanto psicológicos e emocionais, o que pode levar a muito estresse e confusão.

A primeira providência a se tomar nessa fase é estreitar ainda mais os laços com as crianças, respeitando os seus limites e a sua privacidade. Tenha em mente que nessa fase a relação de vocês pode não ser tão fácil. Na puberdade, as crianças estão buscando se diferenciar dos pais e pertencer mais ao seu grupo social.

sex-education-for-boys

Prostock-studio/Shutterstock.com

Estreitar laços significa conseguir passar a seguinte mensagem: “Sei que o seu momento é difícil. Estou aqui pro que der e vier e você pode confiar completamente em mim”. Pode ajudar perguntar sobre possíveis encantamentos e paixões, demonstrar interesse pela vida pessoal. Seja amigo do seu filho.

Converse sobre higiene na menstruação, abuso sexual, bullying, DST, homossexualidade, privacidade, diversidade, masturbação.

Quanto à masturbação, trate com naturalidade. Frise que é normal e que é importante para o autoconhecimento, e que é preciso ser higiênico e estar em privacidade.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos Normais: Consciência sobre o próprio corpo, masturbação.

    O que fazer: Elogie a aparência do seu filho e encoraje-o a explorar com cuidado o próprio corpo.

  • Comportamentos limite: Timidez sobre o próprio corpo; Convida amigos para praticar masturbação juntos.

    O que fazer: Fale positivamente sobre o corpo humano, elogie; Desencoraje o comportamento de recrutar amigos.

  • Comportamentos Desviantes: Baixa autoestima; Forçar amigos a se engajarem em suas explorações sexuais.

    O que fazer: Considere buscar ajuda psicológica e estipule consequências para comportamentos agressivos.

Dos 13 aos 17 anos

подростки смотрят видео

Prostock-studio/Shutterstock.com

A adolescência é um período conturbado por natureza, aproveite para se mostrar ainda mais amigo do seu filho. Tenha paciência com o mau humor que parece ter chegado para ficar e sempre se mostre aberto à conversa. Nessa fase, a comunicação entre vocês deve ser clara, dinâmica e sincera.

Os hormônios estão a mil, acentuando a sexualidade. Esse é o momento de maior experimentação sexual, então converse sempre que surgir a oportunidade sobre sexo seguro, gravidez, métodos anticoncepcionais, aborto, adoção, relacionamentos abusivos, etc.

Caso o seu filho seja gay, lésbica ou transgênero, mostre apoio dizendo que não há nada para se envergonhar. Entre no universo LGBTQ+ junto com ele, encoraje-o a estudar sobre o assunto, estude você também. Isso vai aumentar a conexão entre vocês.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos normais: Curiosidade sobre sexo, relacionamentos e pornografia.

    O que fazer: Converse oferecendo apoio, conforto e segurança.

  • Comportamentos limite: Ficar obsecado por alguém que o rejeitou; Interesse excessivo por sexo e vídeos pornográficos.

    O que fazer: Ensine-os a lidar com a rejeição; Estimule-os a redirecionar a energia sexual para esportes ou arte; Tome as providências necessárias para evitar que a pornografia chegue à sua casa.

  • Comportamentos desviantes: Vício em pornografia; Tentar fazer sexo com alguém à força.

    O que fazer: Procure ajuda psicológica e repreenda com veemência comportamentos de agressão sexual.

18 anos

подростки держатся за руки

Prostock-studio/Shutterstock.com

A vida adulta chegou – ou está chegando, como é no caso de muitos jovens que saem de casa mais tarde – e com ela toda a responsabilidade. Seu filho agora é responsável por si mesmo e o seu papel como professor está encerrado.

Você ensinou tudo o que pode e agora deve confiar na educação que ofereceu. Esteja sempre presente de qualquer forma, mantenha o diálogo aberto e dinâmico, ensine novamente algo que ele não tenha aprendido bem, ajude-o sempre que puder.

Aqui estão os comportamentos padrão para essa fase:

  • Comportamentos normais: Sexo e relacionamento com um ou alguns parceiros, curiosidade sobre casamento.

    O que fazer: Relembre-o sobre a importância do sexo seguro e dos relacionamentos saudáveis; Converse sobre os prós e contras do casamento.

  • Comportamentos limite: Praticar sexo desprotegido; Tomar más decisões nos relacionamentos.

    O que fazer: Encoraje-os a fazer exames médicos e frise os perigos do sexo desprotegido; Lembre-os do seu valor e do valor dos outros, inspire-os a terem relações saudáveis.

  • Comportamentos desviantes: Vício em sexo; Entrar em relacionamentos abusivos; Tentar forçar alguém a se relacionar com eles.

    O que fazer: Procure ajuda psicológica e mantenha-se do lado do seu filho, amando-o independente de suas escolhas.

Como eu posso manter meus filhos saudáveis e seguros?

Sempre respeite o tempo da criança, escute-a sem julgamentos, respeite as opiniões dela, não a obrigue a falar se ela não quiser, nunca fuja do assunto e sempre deixe de lado seus próprios tabus para conversar. Seja parceiro do seu filho na jornada para uma sexualidade saudável.

Além disso, para a segurança de crianças de 6 a 13 anos, recomendamos que baixe o aplicativo Findmykids no seu celular.

Prostock-studio/Shutterstock.com

Com este serviço, você estará sempre ciente dos últimos movimentos do seu filho e poderá protegê-los do perigo. Aqui estão alguns serviços oferecidos pelo aplicativo:

  • Histórico da localização da criança
  • Notificações para o telefone dos pais se a criança sair de uma área designada
  • Se necessário, grava som ao redor do telefone de uma criança (para dispositivos Android)
  • Monitora a bateria do celular da criança e o uso de aplicativos
  • O aplicativo permite que você adicione um número ilimitado de dispositivos, para que você possa acompanhar vários entes queridos de uma só vez.

Com esse aplicativo, você pode oferecer mais conforto e segurança para o seu filho. Independentemente do que aconteça, o Findmykids sempre estará ao lado dele e protegendo-o do perigo, assim como você.

brazilian banner fmk

Prostock-studio/Shutterstock.com


Referências:

1
Получите чек-лист подготовки к школе на свою почту
0
Conversar sobre o artigo
Leia mais
Faça o download gratuito para iOS e Android
iphone-X
Aplicativo móvel «FindMyKids»
Veja a movimentação do seu filho no mapa, ouça o que está acontecendo ao redor do telefone quando você não estiver por perto. Envie um sinal alto quando a criança não ouvir sua ligação.
Faça o download gratuito para iOS e Android
Baixar aplicativo
iphone-X