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Entrevista com um psicólgo

Quando uma menina é parte da família: como criar uma filha corretamente

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Psicólogos e professores há muito argumentam que meninos e meninas não podem ser criados da mesma maneira. Eles têm funções cerebrais diferentes, pensam, sentem e falam de maneira diferente.

Este artigo é dedicado a criação de filhas. Nele, os pais aprenderão a criar uma menina para que no futuro ela se torne uma profissional talentosa, mulher e mãe amorosa e um exemplo de confiança e integridade, além de apontar os erros que devem ser evitados.

Conteúdos:

Criando uma menina: o que os pais devem saber

10 principais características de uma futura mulher

Os dias em que traços de caráter como modéstia, virtude e humildade eram valorizados nas mulheres são passados. O mundo moderno dita suas próprias regras. Hoje em dia, a mulher deve ser decidida, autoconfiante e capaz de lidar com qualquer problema da vida. De certa forma, isso sugere que alguns traços mais associados ao homem agora são valorizados na mulher.

Como devemos criar nossa filha e o que precisamos ensinar pra ela?

Os psicólogos alegam que deve ser mantido um equilíbrio. A menina deve permanecer feminina, mas também deve ser capaz de se defender; ela deve ser doce e graciosa, mas estar pronta para agir e ajudar em um momento de dificuldade.

Aqui estão as características que precisam ser desenvolvidas em uma futura mulher:

  1. Flexibilidade (a capacidade de observar uma situação sob diferentes perspectivas e chegar a um acordo).
  2. Sabedoria (calma e um tipo de pensamento minucioso).
  3. Autoconfiança e domínio das suas qualidades (estar pronta para defender um ponto de vista, superar dificuldades e lutar por coisas novas).
  4. Cuidar de casa (a habilidade de manter a limpeza da casa e entender de culinária).
  5. Bondade, prontidão para agir (vontade de ajudar e cuidar daqueles que ama, dos mais fracos e necessitados).
  6. Determinação (autonomia na tomada de decisões e sua aplicação prática na vida real).
  7. A habilidade de dar e receber amor.
  8. Liberdade emocional (dar o espaço certo para as emoções e não reprimi-las).
  9. Saúde física e psicológica (a habilidade de cuidar de si mesma e de cuidar da beleza do corpo e da alma).
  10. Educação (uma excelente cultura geral, a capacidade de conduzir uma boa conversa).

Especificidades de acordo com cada idade

Vamos agora abordar o que os pais precisam saber sobre cada fase da vida de sua filha.

Os primeiros anos

Até os 7 anos, a vida de uma menina é comandada por suas emoções. Ela não sabe como controlá-las ou contê-las. Portanto, se a menina começa a chorar por medo ou ressentimento, a frase “pare de chorar” não irá funcionar. Apenas quando a criança já estiver convencida de que sua mãe está ali pra ela e que nada a ameaça é que ela poderá se acalmar.

Meninas pequenas também podem fazer birras porque estão cansadas ou confundem seus sentimentos.

Para sua filha crescer e se transformar em uma mulher adulta tranquila, os pais devem criar um ambiente psicológico favorável dentro de casa. Discussões, gritos e palavrões são inaceitáveis e vão ter uma influência negativa no desenvolvimento psicológico da criança.

Também sugerimos a leitura do artigo “Mamãe, eu sou grande agora”: como se manifesta a crise dos 7 anos nas crianças.

A idade pré-escolar

Nesta faixa etária, as meninas começam a interagir ativamente com os adultos e os colegas. Para elas, “quem” e “como” as definem, elas começam a ter fortes emoções. É importante para uma menina em idade pré-escolar “ser boa” aos olhos dos outros para que seja notada, e mais, ser elogiada.

É importante que os pais estejam atentos ao estado emocional de suas filhas. Eles precisam explicar que cada emoção que a menina vivencia tem um nome, e aos poucos, devem ensiná-la a lidar com elas. Caso não façam isso, todos os medos e emoções reprimidas da filha podem, mais cedo ou mais tarde, se transformar em neuroses e problemas psicológicos.

A idade escolar

A menina em idade escolar ainda deseja ser elogiada e, sobre este assunto, surge um novo parâmetro: as notas na escola. Assim, muitas meninas do ensino fundamental fazem seus deveres de casa com responsabilidade, se apresentam na frente da classe e levantam a mão para tirar dúvidas com os professores com o propósito de serem notadas, elogiadas e transformadas em um exemplo aos demais colegas.

Tudo isso pode levar a uma sobrecarga mental e ao surgimento da “síndrome do aluno nota 10” na menina. Portanto, os pais devem se certificar de que sua filha não fique sobrecarregada com os trabalhos da escola e que eles não a repreendam por eventuais notas ruins. As meninas costumam ser muito mais sensíveis às críticas, projetando cada comentário em toda a sua personalidade e não apenas ao caso concreto.

Adolescência

O período de transição não é considerado difícil à toa. Parece que foi ontem que a sua doce filha estava escuta a mamãe e o papai e brincava calmamente com bonecas no quarto. Ela agora se tornou uma adolescente rebelde e irritada, que bate portas e grita que vai sair de casa.

Para passar por essa fase sem sofrimento e sem afetar negativamente o relacionamento com sua filha, é importante que os pais se lembrem que, nesta fase, o corpo da adolescente está suscetível a uma porção de hormônios. Isso causa explosões de raiva, um humor instável e uma enorme preocupação com sua aparência.

Portanto, é importante que os pais não percam o bom relacionamento com a filha, aquele que seja baseado na confiança mútua. Isso permitirá que sua filha possa compartilhar suas preocupações com você, visto que as meninas adolescentes têm diversas causas de dúvidas que podem lhe gerar ansiedade.

Erros dos pais na criação de suas filhas

1. Rigidez excessiva e uma abordagem excessivamente protetora

No início, os pais apenas impedem a menina de ir no play quando está frio e a protegem dos meninos, depois das tarefas domésticas e dos passeios escolares. Quando chega a adolescência, são protegidas das discotecas e das viagens com os amigos. Esse comportamento, normalmente, decorre de boas intenções de pais que pensam que com isso vão “garantir que nada acontecerá com a nossa filha” ou “pelo menos, ela estará segura e ao nosso lado”.

O que observamos como resultado: a menina continua despreparada para uma vida independente. Ela não aprende a organizar sua própria rotina diária, não sabe estabelecer relações com os outros ou expressar sua opinião. Afinal de contas, todas as suas tímidas tentativas de se provar foram cortadas com um “não” ou “você ainda é nova demais pra isso” dos seus pais.

Um futuro positivo seria aquele no qual a filha escapa dos cuidados excessivos e consegue construir sua vida de acordo com suas próprias regras. Caso contrário, ela apenas aprende a viver como uma marionete nas mãos de seus pais.

Pare de superproteger a criança e dê a ela uma liberdade razoável. Ao mesmo tempo, continue cuidando dela e protegendo-a de perigos. Sempre saiba onde sua filha está, por onde andou durante o dia e o que está acontecendo ao seu redor com o aplicativo “Find my kids”.

2. Atender aos caprichos

Esse é um erro comum em muitas famílias. Principalmente, quando trata-se da primeira filha ou de uma criança muito esperada. Nesse cenário, é permitido à filha, literalmente, tudo que não a ponha em perigo. Qualquer um de seus pedidos é atendido imediatamente, como se ela fosse uma princesinha. Os pais não param de buscar formas de agradar sua filha amada.

O que observamos como resultado: essa princesinha cresce e se torna uma mulher egoísta, egocêntrica e desequilibrada que pensa apenas em si mesma e em seus desejos. Ela não se importa com os sentimentos das outras pessoas e também não sabe amar ou cuidar de seus familiares. Portanto, será extremamente difícil para essa mulher estabelecer vínculos e criar sua própria família, já que ela está acostumada a ser o centro das atenções e não dar nada em troca.

3. A “frieza” dos pais

Em certas famílias, os pais não costumam manifestar seus sentimentos, uns com os outros e tampouco com a criança. Eles estão mais preocupados com o estresse do dia a dia e do trabalho e acham que conversas e demonstrações de afeto são uma perda de tempo. A principal preocupação para esses pais é que seus filhos estejam vestidos e sejam bem alimentados.

O que observamos como resultado: a criança que recebe menos afeto dos pais irá buscar outro lugar para recebê-lo. Portanto, não é incomum que uma garota de 14 anos busque um relacionamento com um rapaz mais velho apenas para se sentir amada e querida.

4. Grandes expectativas e exigências a serem atingidas

Quando nasce uma menina na família, milhares de expectativas surgem junto com ela: “nossa filha deve ser a melhor menina, a mais bonita, a mais inteligente e a mais talentosa!”. Quando, na realidade, a menina apresenta um questão de saúde, suas habilidades não são impressionantes, sua aparência é comum, como regra, os pais se esforçam para fazer a menina se tornar aquela pessoa que esperavam: eles contratam professores particulares, buscam psicólogos e gastam rios de dinheiro em atividades extracurriculares.

O que observamos como resultado: ou os pais admitem que suas expectativas não podem ser alcançadas ou a menina vai ter que viver com problemas de autoestima e sentimentos de rejeição de quem ela é como pessoa.

5. Uma mesma educação para meninas e meninos ou uma educação de acordo com um padrão mais “masculino”

Os pais não acham necessário focar em despertar a essência feminina em sua filha. Ela é criada da mesma forma que seus irmãos mais velhos. O mesmo pode ocorrer com pais que sonharam em ter um filho homem e, portanto, inconscientemente, começam a incutir qualidades e um comportamento masculino na filha mulher.

O que observamos como resultado: a menina cresce sem conhecer sua natureza feminina de verdade. Se torna mais difícil para ela construir relacionamentos com o sexo oposto, pois não está acostumada a elogios, presentes e carinho. No futuro, ela pode ter dificuldade em se imaginar no lugar de mãe.

6. Impor certos padrões de comportamento (“Você é uma menina, então deve se comportar como uma dama!”)

Existe também um outro lado em que há uma ênfase excessiva no papel feminino. Isso significa que os pais não permitem qualquer manifestação de comportamento considerado “não feminino” na menina, como jogar bola, subir em árvores e bater reagindo a uma agressão. Além disso, alguns pais ainda impõem à filha seus próprios gostos e atitudes no que diz respeito à escolha do penteado, roupas e hobbies.

O que observamos como resultado: nesse caso, duas coisas podem ocorrer. É possível que a menina aceite a vontade dos pais e passe até a achar que existe algo de errado com ela durante toda a sua vida. Mas também existem casos em que, durante sua adolescência ou um pouco mais tarde, essa menina verá o fim definitivo da autoridade parental, quando então ela própria decidirá como se comportar e o que gosta de fazer, sem levar em conta a opinião da mãe ou do pai.

7. Uma grande parcela de responsabilidades

Quando a família é composta por muitos filhos, a filha mais velha inevitavelmente assume parte do trabalho doméstico e dos cuidados com os irmãos, ficando mais sobrecarregada. Com isso, algumas de suas próprias necessidades e desejos passam a ser ignorados por seus pais.

O que observamos como resultado: a menina, ao se tornar adulta, pode rejeitar a ideia de constituir sua própria família e ter filhos seguindo um caminho consciente de maior solidão.

8. Julgamentos incorretos dos pais

É importante que os pais entendam que tudo o que transmitem aos filhos ficará enraizado nas cabeças das crianças. Essas atitudes podem tanto ser positivas como negativas, mas sempre terão um forte impacto no futuro da menina.

O que observamos como resultado: a menina que sempre ouviu dos pais que ela é digna de um príncipe encantado pode passar o resto da vida procurando por esse príncipe. Por outro lado, a menina que só ouvia palavras como “sua desleixada”, “ sua desajeitada”, “você não consegue fazer nada direito” viverá acreditando em sua própria inutilidade e inaptidão.

O papel do pai e da mãe no processo de criação de uma menina

A mãe e o pai são as pessoas mais importantes para uma menina desde seus primeiros dias de vida. Cada um dos pais desempenha um papel distinto no desenvolvimento e na criação dos filhos.

O papel da mãe

Quando a filha é bebê, a mãe é sua fonte de satisfação das necessidades fisiológicas e emocionais. É com a mãe que ela se sente calma, mas ao mesmo tempo, a menina já consegue sentir as menores mudanças no humor da mãe e reage rapidamente a elas.

Conforme a filha cresce, a mãe se torna a personificação da natureza feminina de sua filha. A menina observa seu comportamento e sua atitude com o marido, com a família e com o trabalho.

Quando a mãe é muito controladora com o pai, insulta e não leva em conta a opinião dele, é muito provável que a filha se comporte da mesma forma com seu futuro marido, replicando inconscientemente a dinâmica de seus pais.

Se a mãe é desleixada e não se preocupa com problemas rotineiros, deixa a casa suja e bagunçada, esse ambiente familiar também será familiar para a filha.

É a mãe que ajuda a filha a conhecer sua essência feminina, ensiná-la a ser doce e flexível, mas ao mesmo tempo, confiante e capaz de enfrentar as adversidades da vida.

O papel do pai

O pai tem diferentes funções para a filha. Ele personifica o principal protetor e salvador da menina. É a pessoa de quem ela não tem medo e sabe que sempre virá ao seu socorro.

O pai também representa um mundo de viagens e descobertas, no qual algo novo pode ser aprendido diariamente. Meninas sempre esperam a aprovação do pai e temem que ele deixe de amá-la caso façam algo errado.

O relacionamento com o pai é, também, a primeira experiência de comunicação da menina com o sexo oposto. Na verdade, o que se observa é que muitas mulheres escolhem um parceiro semelhante ao seu pai. Não necessariamente alguém que se pareça fisicamente, mas sim por ter as mesmas qualidades psicológicas. Portanto, não é incomum que uma menina, tendo convivido com um pai tirano, escolha um homem agressivo e bruto como marido. Isto ocorre simplesmente porque é com este tipo de homem que sente estar em um ambiente que lhe familiar.

Dessa forma, o futuro bem-estar e a felicidade na vida familiar da menina dependerão da contribuição e do papel que o pai representa em sua vida.

Se o pai for ausente da família

Como já falamos, a menina busca apoio e proteção do pai. Mas e se o pai abandonou a família ou se a mãe cria a filha sozinha?

  1. Não tente ser, ao mesmo tempo, mãe e pai de sua filha. Cuide também do seu equilíbrio emocional. O ideal é que o pai tenha um bom relacionamento com a filha e participe da vida dela. No entanto, caso não seja possível, um avô ou um tio pode se tornar um modelo masculino e de confiabilidade na vida da menina.
  2. Não despeje toda sua negatividade acumulada sobre a criança e não fale mal do pai na frente dela. Famílias se desintegram pelos mais variados motivos, mas em hipótese nenhuma a criança deve se sentir culpada por isso.
  3. Não coloque as suas frustrações na cabeça da sua filha, como a de que todos os homens são desonestos, do contrário, ela terá sérios problemas ao construir seus próprios relacionamentos com o sexo oposto.
  4. Não transforme sua filha em sua “amiga” com quem você pode falar abertamente sobre todos os seus problemas pessoais e discutir sobre homens.
  5. Não importa o quão difícil seja, dê independência a sua filha quando chegar a hora e aceite todas as mudanças que estão ocorrendo na vida dela e em sua própria vida.

Dicas de um psicólogo

  • Ensine sua filha a importância do trabalho e a ser organizada desde cedo.

Tudo isso será útil para ela quando for adulta. Você pode começar com pequenas coisas, como tirar o pó dos móveis do quarto, arrumar o armário, regar as flores. A melhor maneira de ensinar uma criança é transformar tudo em uma brincadeira ou competição com a mãe.

Conforme a menina vá crescendo, passe a responsabilidade de tarefas mais difíceis: ensine como lavar a louça, lavar roupas e aspirar o chão. Não transforme as tarefas domésticas em uma punição para a criança.

  • Sempre escute atentamente o que sua filha está lhe contando.

As mulheres são mais emotivas do que os homens. É importante para elas compartilharem suas preocupações. Quando uma menina é ouvida, ela se sente importante, necessária e amada.

  • É importante que as meninas sejam admiradas, tenham orgulho de si próprias e se vejam como um exemplo. A autoestima de uma mulher é mais suscetível às influências da opinião das pessoas ao seu redor. Portanto, comemore as conquistas de sua filha e faça elogios, tente não dar muita importância ao seus fracassos.
  • Os neurologistas já provaram que as meninas têm uma sensibilidade cutânea muito maior do que os meninos. Portanto, o contato físico é muito importante para elas, especialmente com seus entes queridos. Abrace e beije mais sua filha, isso só tem a fazer bem a ela!
  • Não se esqueça de prestar atenção ao desenvolvimento físico da menina.

Escolha o tipo certo de atividade esportiva para sua filha, o que pode ser desde ginástica e dança a natação ou um esporte aeróbico.

  • Converse com a sua filha sobre as regras de comportamento seguro e como se proteger em caso de perigo. A menina tem que saber que você estará sempre pronta para socorrê-la, mas que em certas situações, ela precisa ter cuidado. O segredo para resolver um problema é não ter medo de falar sobre isso com os pais.

Controle a segurança de sua filha a qualquer hora e em qualquer lugar. Sempre saiba sua localização, o que se passa ao seu redor e tenha a opção de receber um sinal SOS na hora que ela precisar de você através do aplicativo “Find my Kids”.

  • Esqueça os castigos físicos e métodos de ensino extremamente rígidos.

As meninas são especialmente sensíveis a isso. Uma futura mulher que se acostuma à violência na infância também irá considerar esse ambiente normal em sua própria família.

  • Se sua filha fez alguma besteira, repreenda somente o que ela fez e não ataque sua personalidade. Uma reação exagerada e muito emocional às ações da menina pode fazer com que ela não entenda realmente onde errou.
  • Permita que ela explore sua própria personalidade e não force que se “enquadre” nos padrões de beleza feminina promovidos nos programas de TV e na Internet.
  • Se a menina estiver demonstrando alguma iniciativa, não jogue um balde de água fria imediatamente. Mesmo que ela não consiga fazer o que se propôs com perfeição, se você estiver sempre cortando suas atitudes, ela vai parar de tentar.

Você não pode tornar tudo mais fácil para sua filha e ela ainda tem muito o que aprender sozinha. Portanto, incentive as suas tentativas de aprender e experimentar coisas novas, de lidar com as dificuldades por conta própria e compreender as razões de seus erros.

A natureza feminina é muito multifacetada, então criar uma menina (assim como um menino) não é tão fácil quanto parece. Tudo o que você dá e ensina a sua filha, deve ajudá-la no futuro a se tornar uma profissional talentosa, esposa e mãe amorosa e um exemplo de confiança e integridade. Ame e cuide de suas filhas, mas ao mesmo tempo não esqueça de deixá-las ir quando chegar a hora!

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